quinta-feira, 25 de junho de 2026

 SUPERGIRL
 

Agora Kara, a SuperGirl, após fazer uma tímida aparição no Superman tem um filme pra chamar de seu … Aposta ousada do DC, SuperGirl se não chega empolgar também não chega a decepcionar … É um daqueles produtos bem embalados, supervalorizados, mas está longe de surpreender . Impossível não ver na narrativa o visual magnífico do MadMax, há momentos que pensamos que um filme se transformou no outro …
Com um elenco equilibrado, a escolha da Milly Alcock não poderia ter sido mais feliz … um rosto desconhecido, com expressões e certo desleixo chegam a impactar . o cabelo desgrenhado e a falta de atitude que nos é mostrada nos minutos iniciais cede lugar a muita ação e pancadaria … kara está em meio a uma solitária comemoração de seu aniversário quando é abordada por uma garotinha que perdeu familiares e a convoca a seguirem rumo a vingança … a garotinha ( Ruthye Marie Knoll, outro achado) consegue uma boa sintonia(só perde para o Pet da Kara , um cãozinho esperto e cativante ). Na primeira hora da narrativa a postura da Kara é mantida , numa espécie e prenúncio para a ação e pancadaria dos minutos finais … O antagonista, ou vilão como nós habituamos a denominar não nos surpreende, não possui grandes atributos para adentrar a galeria dos grandes… faz seu dever de casa sem surpreender !
Decididamente é um bom entretenimento com uma produção caprichada, âncora da em efeitos de ponta … não decepciona. Prima de Clark, que faz duas ou três pequenas participações, SuperGirl deixa clara a porta aberta para uma certeira continuação … Inevitável as comparações com outros super-heróis, normal a repetição de chavões e mesmo cenas coreografadas e exibidas a exaustão. O típico filme de férias não decepciona, como todos destoa um pouco dos quadrinhos que lhe dá origem, no entanto essa espécie de licença poética é expediente comum nas adaptações, se não as enriquecem não chegam a comprometer .
Nos cinemas a partir de 25.06